Os americanos não são racistas? Segregados? E xenófobos? – Preconceito nos EUA

Bem, quais? No nível interno ou no nível político? Depende de quem você está perguntando, mas aqui estão algumas coisas para manter em mente:

Vidas negras importam. Este movimento social recentemente acendeu toda uma onda de emoções de apoiadores e oponentes de seus ideais.

  • “Todas as vidas importam, não é o correto?”

–um pode perguntar. E numa ideologia filosófica baseada em princípios, sim, todas elas importam. Mas olhando para vários parâmetros que comparam americanos negros a outras “raças/etnias”, é fácil detectar uma disparidade, especialmente entre brancos e negros.

Aqui estão apenas alguns gráficos que achei particularmente alarmantes:

Tiroteios policiais fatais por milhão, por etnia

Fatal police shootings per million by race
Shayanne Gal/Business Insider

Consumo de maconha vs. detenções por porte, por etnia

marijuana usage vs possession arrests by race
Shayanne Gal/Business Insider

Riqueza doméstica de norte-americanos negros e brancos

household wealth of black and white americans
Madison Hoff/Business Insider

Nesses três gráficos, você pode começar a ter uma ideia de como a sociedade trata de forma desproporcional um grupo de pessoas sobre o outro. Bem, existem algumas coisas importantes para ser observadas aqui:

  1. Cerca de metade das mortes causadas pela violência policial são sofridas por brancos. No entanto, mais negros são mortos em proporção a qualquer outro grupo racial, o que é alarmante, pois constituem uma parte muito menor da população
  2. Embora o uso de maconha esteja se tornando mais legalizado em todo o país nas últimas décadas, e aproximadamente a mesma quantidade de brancos e negros admitam usá-la, uma porcentagem muito maior de negros são presos por porte de maconha
  3. As famílias brancas em geral têm maior probabilidade de ter alta renda, enquanto as famílias negras em geral têm maior probabilidade de serem pobres

Isso é apenas o que os números nos mostram; faça com eles o que quiser.

Há muitos brancos mortos pela polícia ou presos, e muitos negros são ricos. Mas, no fundo, o sistema dos EUA atrasa o progresso de certos grupos.

E não é apenas um fenômeno atual. Muitas oportunidades existem para todos os povos hoje, que é ótimo, embora, historicamente, essas minorias não tiveram uma chance. A escravidão institucional era uma parte disso. As teorias de que algumas raças serem melhores do que outras era outra parte ainda relacionada. Por qual outro motivo um grupo de pessoas viria para um continente pensando que estava “destinado” a ensinar e conquistar os outros?

Também quero deixar claro que este problema não é exclusivamente europeu. Escravidão, colonização e segregação existiram em todos os continentes povoados durante a maior parte da história humana. Os humanos são legais assim.

A América tem uma história suja com xenofobia, que é temer ou desprezar pessoas de nações, culturas, e religiões estrangeiras. Nos primeiros dias, estávamos preocupados com os alemães e escandinavos tomando nossos empregos e terras. Mais tarde, foram os irlandeses, depois europeus orientais, italianos e asiáticos. Mais recentemente, foram latino-americanos e muçulmanos, mas essa história é antiga. Todos esses grupos sofreram violência e retaliação ao migrar para a América, com a única diferença de que aqueles grupos vistos com uma cor de pele “menor”, ​​religião “menor” ou de países “mais carentes” sofreram bem mais. Essa discriminação persiste de maneira especialmente forte em comunidades que estão segregadas há gerações.

Os EUA são um país incrivelmente complexo. A percepção de ser uma nação de imigrantes influenciou muitos a chegar e continuar com seus antigos costumes, afastando eles da cultura americana em geral. O medo de imigrantes e a hostilidade frequente em relação a eles deixou muitos se sentindo mal recebidos a ponto de irem voluntariamente para outros países ou voltando para sua casa. Quem quer alguem gritando,

Volte para onde você veio!

ou recebendo olhares de desprezo o tempo todo apenas por causa de sua aparência ou crenças religiosas? Tenho certeza de que me sentiria péssimo comigo mesmo se eu fosse receber preconceito por coisas que nem posso controlar. O governo definitivamente cria políticas que estimulam esse medo dos estrangeiros. Lembre:

  • Nipo-americanos colocados em campos de internamento
  • Imigrantes irlandeses anunciados como invasores subumanos
  • Mexicanos e centro-americanos sendo deportados em massa
  • proibição de viagens imposta a países de maioria muçulmana

Esse último foi bem recente, hein?

Para colocar um pouco de sol nessa história, os americanos, em geral, parecem ser pessoas realmente bem-intencionadas. Não gostamos de ver os outros sofrendo e queremos ser uma sociedade pacífica e feliz que trabalhe em conjunto aos outros. Muitos estão realmente curiosas ​​sobre outras culturas, línguas e religiões. Temos uma má reputação, mas muitos de nós estamos tentando quebrar esses estereótipos de mente fechada e de preconceituosos que tacamos em nós mesmos.

De qualquer forma, dê uma olhada nas páginas abaixo para ver mais gráficos sobre a percepção das questões raciais nos EUA e me diga o que você acha! Há de tudo, desde comparações de renda a opiniões sobre como a raça de uma pessoa afeta a mobilidade de classe social. Tem até um grafiquinho interessante que mostra como os americanos veem a tal palavra com “N”. Há um total de 7% de brancos que pensam que está tudo bem “Às vezes” ou “Sempre” para gente branca dizer a palavra “N”, o que é simplesmente doido. É uma porcentagem muito pequena, mas estou tentando imaginar quem são essas pessoas. Eles são realmente racistas ou são apenas uns caras brancos loucos que andam muito com negros e se safam? Provavelmente ambos, mas essa palavra merece um artigo inteiro para si mesma.

Portanto, a resposta à pergunta original é: Sim, somos um pouco racistas, segregacionistas e xenófobos, mas é um mau hábito de longa data. Fomos treinados dessa forma. Fomos ensinados dessa forma. Nossa nação começou assim. Mas não se esqueça, não é apenas um problema americano. E, estamos tentando! Muitos estão lutando para consertar isso. Pensar naqueles cidadãos que tem uma mente positiva me ajuda a dormir melhor à noite.

Se você consegue ler em inglês e quer aprender mais, aqui estão recursos:

Gráficos que mostram como as diferenças raciais aparecem na sociedade: https://www.businessinsider.com/us-systemic-racism-in-charts-graphs-data-2020-6

Para a história da xenofobia nos EUA: https://now.tufts.edu/articles/long-history-xenophobia-america

Para a percepção dos americanos sobre questões raciais: https://www.pewsocialtrends.org/2019/04/09/race-in-america-2019/

37 coisas que os americanos fazem que confundem o resto do mundo (traduzido)

Existe o jeito americano … e aí tem o do resto do mundo.

*Traduzido do artigo original por Beth Anne Macaluso, Adam Schubak e Kara Ladd 25 de junho de 2018

Esse post é uma tradução desde o inglês do artigo na revista Redbook ou redbookmag.com (clique aqui para o original). É uma espécie de olhar casual para alguns costumes que fazem sentido nos Estados Unidos, mas talvez não em algumas outras partes do mundo. Alguns deles não são exclusivamente americanos, mas podem ser característicos do povo ou da vida norte-americanos. Tem várias coisas consideradas boas e ruins, e achei uma avaliação honesta, sendo eu um deles. Também há muitas semelhanças entre os costumes dos EUA e dos brasileiros, que achei interessantes! Leia você mesmo e aproveite!

*I entered into contact with writer Adam Schubak for permission on this translation. Please contact me for any other rights concerns: tietewaller@gmail.com

Embora rir alto e pegar um café para viagem façam parte da vida cotidiana da maioria dos americanos, para outros é totalmente estranho – e até mesmo grosseiro. Essas são todas as práticas comuns e normas culturais em nossa sociedade que o resto do mundo não compartilha.

TOMAR CAFÉ NA CORRIDA

A Starbucks pode estar em todos os quarteirões do mundo, mas isso não significa que as pessoas em outros países bebam da mesma forma que nós. A maioria dos costumes internacionais sobre o café tem mais a ver com o ritual comunitário de compartilhar uma xícara em uma cafeteria com amigos, enquanto os americanos optam pela alternativa menos ecológica – uma xícara extragrande de papel e plástico para viagem.

USAR MOEDA DE UMA ÚNICA COR

Os dólares americanos podem ser poderosos, mas mesmo assim faltam uma certa graça. O desenho verde e preto é bastante chato (embora prático) em comparação com nossas contrapartes culturais que têm notas com todas as cores do arco-íris – algumas até com enfeites metálicos!

TAMANHO SUPER-SIZE EM TUDO

Os Estados Unidos têm três tamanhos: grande, maior, e maior possível – de refrigerantes superdimensionados a banquetes indulgentes. O país até glorifica os restaurantes que têm as maiores comidas (sundaes, hambúrgueres, você escolhe!), Enquanto outras partes do mundo normalmente valorizam a qualidade em vez da quantidade.

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PERSONALIZAR PEDIDOS NOS RESTAURANTES

Em algumas culturas estrangeiras que se orgulham de sua culinária, é considerada uma falta de educação pedir condimentos para ajustar sua refeição ao gosto. Solicitar uma garrafa de ketchup ou sal que ainda não está na mesa vai levar uma grande estranhamento do seu garçom. Se você está preocupado em evitar um mico ao comer fora, não é uma má ideia retocar a etiqueta em restaurantes estrangeiros antes da viagem pro exterior.

PEDIR FAZER QUENTINHO

Pedir uma caixa para fazer quentinho no final da refeição é tão estranho quanto pedir ketchup. Pode parecer terrível deixar comida ir pro lixo, mas muitos restaurantes europeus torcem o nariz para a ideia de levar comida de viagem – na opinião deles, é um risco para a saúde que poderia levar à intoxicação alimentar. Apesar da atitude local, a França tentou reduzir o desperdício de comida, tornando ilegal que os restaurantes neguem fazer quentinhos, se solicitados.

REQUER UM MONTE DE GELO

Colocar gelo em tudo é principalmente uma coisa dos EUA. Muitos países estrangeiros pensam no gelo como algo que deixa a bebida toda aguada, além de ter origens questionáveis. Um escritor do Smithsonian afirma que não se trata tanto de uma aversão estrangeira pelo gelo, mas apenas de uma obsessão americana por ele.

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DAR UMA JOINHA

Há até um emoji para isso, mas o gesto de afirmação de dar um polegar para cima não é universal. Na verdade, é o mesmo que levantar o dedo médio em lugares como Austrália, Grécia e Oriente Médio. Provavelmente, é melhor usar apenas suas palavras – especialmente em transações comerciais.

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PAGAR IMPOSTO DE VENDAS

Os estrangeiros que vêm aos EUA para aproveitar um pouco de terapia de compras geralmente são alertados quando percebem que os preços não são bem o que parecem. Em outros países, os impostos são refletidos no preço do item que você está comprando. A ideia de imposto sobre vendas que é aplicado no caixa não é a norma mundial.

FAZER UMA WORLD SERIES (SÉRIE MUNDIAL)

Todo mês de outubro, nossas equipes de beisebol competem no campeonato da World Series. Chamamos isso de “Série Mundial”, mas somos o único país que participa além de uma única equipe canadense. O fato de considerarmos nosso time o melhor do mundo em uma competição que não opera internacionalmente é desconcertante para os estrangeiros. Então, por que é chamado assim? De acordo com a NPR (Rádio Pública Nacional), pode ter começado apenas como uma jogada de marketing.

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REFERIR A NÓS MESMOS SIMPLESMENTE COMO AMÉRICA

Às vezes, parece que esquecemos que os EUA não são os únicos do mundo. Na verdade, é considerado politicamente incorreto na América do Sul chamar os EUA de apenas América. Na verdade, existe um site inteiro dedicado a explicar esse erro comum.

CONSUMIR COISAS FEITAS DE ABÓBORA

Por falar nas obsessões dos EUA, nosso fascínio por abóboras também foi questionado. O resto do mundo os vê apenas como mais um membro da família de legumes, mas esperamos tudo com sabor de abóbora assim que o outono chegar. Esse pandemônio de abóbora no país pode nunca atingir o mesmo nível fora dos EUA, mas alguns lugares estão começando a ceder.

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USANDO NOTAS DE DINHEIRO IDÊNTICAS

Estamos vivendo na era da impressão 3D e, ainda assim, nosso papel-moeda é tudo idéntico. Nossas notas permanecem com a mesma cor verde e tamanho padrão desde 1929. Da mesma forma, nosso hábito de andar sem dinheiro e optar por pagar com cartão é igualmente intrigante para nossos amigos estrangeiros.

ESCREVER A DATA FORA DE ORDEM

Os EUA sempre têm que ser diferentes, mesmo quando se trata de algo tão simples como escrever a data. Aqui é normalmente escrito como “Mês-Dia-Ano”, mas na maioria dos outros lugares o escreve como “Dia-Mês-Ano”. Nossa razão para fazer isso permanece um mistério, mas a revista The Guardian pensou em algumas teorias.

FAZER CHÁS DE BEBÊ

Temos grande febre do bebê nos EUA, desde o anúncio inicial da gravidez até o nascimento. Para nós, os chás de bebê parecem comuns, mas não são realmente uma tradição em outras partes do mundo. Alguns até consideram má sorte comemorar um bebê antes de nascer. E já que estamos no assunto de comemorar …

ABRIR PRESENTES NA FRENTE DO DOADOR

É sempre legal receber um presente. Embora possa parecer educado abrir um presente na frente do doador para agradecê-lo pessoalmente, não funciona assim em todos os lugares. Em algumas culturas asiáticas, é considerado má educação abrir os presentes imediatamente após recebê-los; você pode realmente ser visto como ganancioso por fazer isso.

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FESTAS COM COPINHOS VERMELHOS

Esse não é tanto um costume estranho, mas apenas uma associação cultural engraçada. A ideia de ir a uma festa e beber de copos vermelhos é vista pelo resto do mundo como algo muito americano. Isso tem muito a ver com Hollywood usá-los consistentemente em cenas de festa. Os copos são um grampo cultural nas festas temáticas-norte-americanas realizadas no mundo afora.

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PRECISAR ESPAÇO PESSOAL

Amamos nosso espaço pessoal aqui nos EUA. A invasão desse espaço numa situação social (especialmente com um estranho) deixa os americanos desconfortáveis e às vezes é vista como desnecessariamente agressiva (lembra daquele episódio de Seinfeld?). Os blogs de viagens estrangeiras aconselham que é melhor dar aos americanos espaço durante a conversa, e observe que mesmo o contato físico mínimo é um pouco íntimo demais para a maioria.

DAR GORJETA PARA (QUASE) TODOS

Os frequentadores de restaurantes fora dos EUA raramente se preocupam em deixar gorjetas para os garçons. Parece injusto, até que você perceba que os funcionários da indústria de serviços no exterior tendem a ganhar salários por hora mais altos do que seus colegas americanos, cuja estrutura de pagamento é construída em torno de gratificações. Como observou um artigo do TripAdvisor, “[aqueles] que prestam serviços geralmente dependem da receita das gorjetas e geralmente são gratos por receber qualquer tipo de gorjeta, especialmente quando um serviço rápido e excepcional é fornecido.”

SEGUIR LEIS RIGOROSAS DE ÁLCOOL

Além de ser um dos poucos países que proíbem o consumo de álcool para menores de 21 anos, alguns lugares nos EUA ainda obedecem às leis da era da Lei Seca que restringem a venda de cerveja, vinho e licor. Em Indiana, por exemplo, as lojas de bebidas alcoólicas ainda não têm permissão para vender bebidas alcoólicas aos domingos, e Kansas, Tennessee e Mississippi são “estados áridos por padrão”, o que significa que os municípios têm que “fazer requerimento” se quiserem vender bebidas.

BATER PAPO COM ESTRANHOS

A tendência dos americanos para conversa fiada pode ser desagradável para quem não cresceu falando sobre o tempo. Especialmente confundador? O fato de que “Como vai você?” não é realmente um convite para se abrir.

RECUSAR DE DISCUTIR AS FINANÇAS

“Os americanos geralmente não discutem quanto dinheiro ganham ou quanto pagam por certos itens de alta qualidade”, advertiu outro artigo do TripAdvisor. “É considerado muita falta de educação e é ainda mais desconfortável de discutir.”

SE COBRIR

Em um país onde a sunga nunca teve uma chance, não é surpreendente que o banho de sol pelado seja especialmente desaprovado. “[Deve] ser definitivamente observado que tomar banho nu e até mesmo trocar de roupa na praia pode ser interpretado como exposição indecente e, portanto, pode causar problemas”, disse o governo alemão a seus cidadãos em avisos oficiais de viagem para os EUA.

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RIR EM VOZ ALTA

Os japoneses acham rude mostrar os dentes, e é por isso que não gostam da tendência dos americanos de soltar nossas gargalhadas sinceras e boquiabertas.

SORRIR — MUITO

Alguns especialistas acham que o motivo pelo qual os americanos são tão legais nesse sentido é porque, como uma nação de imigrantes, os americanos tiveram que encontrar maneiras de transcender as barreiras linguísticas. Eis, a tendência de sorrir para estranhos, o que não é algo a que os não-americanos estão acostumados.

MEDIR EM MILHAS, PÉS E POLEGADAS

Isso é óbvio e, mesmo assim, ainda é uma fonte constante de confusão para a maior parte do mundo. Em vez de seguir o sistema métrico, a América é um dos únicos três países a seguir o sistema imperial de medição. (Os outros são Libéria e Mianmar.)

COMER DE TUDO

Os visitantes aos EUA geralmente ficam maravilhados com o tamanho das refeições americanas. Os pesquisadores compararam o tamanho de certos lanches na Filadélfia com os parisienses e descobriram que as barras de chocolate dos EUA eram em média 41% maiores, os refrigerantes 52% maiores e as porções de iogurte 82% maiores. Além disso, estudos mostram que muitas vezes as pessoas ganham peso depois de imigrar para os EUA.

ESPERAR REENCHER A BEBIDA DE GRAÇA

Os únicos restaurantes fora dos EUA que oferecem recargas gratuitas de refrigerantes e café são (geralmente) as redes de fast food americanas. Mas, à medida que essas marcas de fast food estendem seu alcance internacionalmente, os refis gratuitos estão se espalhando – e nem todos estão felizes com isso. No início desse ano, a França proibiu a venda de refrigerante de recarga ilimitada em um esforço para conter o aumento das taxas de obesidade.

INSISTIR NA VARIEDADE

Os americanos “não podem ter apenas uma coisa”, escreveu um residente do Reino Unido no Reddit. “Tem que vir em mirtilo, baunilha, diet, baixa gordura, baixo sódio, grande, pequeno, redondo e UVA, tudo é com sabor de uva [sic]. Nada é com sabor de uva no Reino Unido”.

ENTRAR NA DÍVIDA PARA UM DIPLOMA

Os europeus, em particular, ficaram revoltados em relação ao custo da faculdade nos EUA, que em 2016 foi de quase US 25.000 dólares por ano para faculdades públicas estaduais e quase US 50.000 dólares por ano para universidades privadas. Enquanto isso, alunos de países como França e Alemanha podem frequentar a faculdade gratuitamente.

TAILGATE

É bastante estranho que o futebol americano não tenha quase nada em comum com o esporte que o resto do mundo conhece como futebol. Mas a cultura em torno do futebol americano profissional e universitário é especialmente confusa para os não-americanos. (Veja: Este fórum do Reddit, no qual os americanos explicam o que é tailgating para um britânico perplexo.)

DOÇURA OU TRAVESSURA?

A visão dos EUA sobre o Halloween só recentemente começou a pegar em outros países. Embora alguns achem isso bizarro – e apontem para isso como outro exemplo da tendência dos americanos de comercializar tudo – outros têm inveja. “Eu me mudei da Polônia para os EUA quando tinha 26 anos”, escreveu um usuário do Reddit. “Quando veio [meu] primeiro Halloween e meus amigos me explicaram que estou muito velho para sair pedindo “doces ou travessuras”, quase partiu meu coração.”

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FAZER ANÚNCIOS PARA TUDO

Anúncios de medicamentos controlados são uma fonte de confusão para o resto do mundo, onde anúncios diretos ao consumidor sobre remédios são totalmente ilegais. Também estranho para não-americanos: comerciais para advogados. Um visitante pra América escreveu no Reddit que havia “anúncios de advogados em toda parte. Anúncios jurídicos no estilo tipo Saul Goodman. A casa alugada onde fomos ficar tinha no mínimo 4 ímãs na geladeira anunciando advogados, folhetos para mais advogados espalhados pela casa e anúncios na TV [constantes] com mais advogados. “

SENTAR NO BANCO DE TRÁS

Chama um táxi em qualquer cidade dos Estados Unidos e o motorista provavelmente vai olhar para você com uma cara estranha se você tentar subir na frente com ele. Mas em lugares como Austrália e Nova Zelândia, optar pelo banco de trás é considerado mal-educado, coisa de elite.

EXPOR DEMAIS EM SANITÁRIOS PÚBLICOS

Os visitantes aos EUA realmente, realmente, realmente não apreciam os box de banheiro estilo americano. Vários fóruns online foram dedicados ao mistério do porquê que há tanto espaço embaixo e ao redor das portas privadas no banheiro.

TRABALHAR O TEMPO TODO

De acordo com um relatório de 2013 do Center for Economic Policy and Research (Centro de Política Econômica e Pesquisa), quase 1 em cada 4 trabalhadores americanos não tem nenhuma licença remunerada garantida, e aqueles que têm apenas têm uma média de 21 dias. “Os EUA são a única economia avançada do mundo que não garante férias remuneradas aos seus trabalhadores”, escreveram os autores. Compare isso com alguns países europeus, como Espanha e Alemanha, onde os empregadores são obrigados a oferecer aos trabalhadores cerca de um mês de dias de férias remuneradas por ano.

EVITAR CRÍTICAS DURAS

Artigos sobre etiqueta empresarial na América freqüentemente fazem referência a como são os ambientes de trabalho informais nos EUA – especialmente quando se trata de interações com os chefes. “Em uma discussão com os americanos, quando eles dizem: ‘Será que essa é realmente a melhor solução?’ eles querem dizer ‘não’ “, alertou um site alemão. “Se eles disserem ‘Estou pensando se podemos precisar de mais tempo’, eles querem dizer ‘não’ … Os americanos ficam confusos (ou simplesmente loucos) se um chefe alemão responde às declarações com ‘Não’, ‘Pode ser’ [ou ] ‘Vai em frente.'”

FICAR FUNDAMENTALMENTE OTIMÍSTICOS

“Americanos e russos dizem coisas diferentes quando enfrentam a mesma situação”, explicou um site russo. “Ao ver o homem que caiu na rua, um americano pergunta: ‘Você está bem?’ Os russos perguntarão: ‘Você está doente?’ … Enquanto ‘não estamos doentes’, eles ‘ficam bem’ “. E um guia japonês da cultura americana observou que” Na América, você pode cometer erros, falhar e isso não importa. É um sentimento fundamental de que às vezes estar incorreto é natural … em vez de pensar em erros e falhas, os americanos [sic] têm curiosidade e dizem: ‘Vamos tentar mesmo assim!’ “

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Por que eles são chamados de “americanos?”: Uma história alternativa – Dando nome nos EUA

Deixe eu lhe contar sobre a história de uma grande nação chamada los Estados Unidos de América.

Há muito tempo, havia um cartógrafo alemão chamado Martin que gostava de fazer grandes mapas mundiais. Ele percebeu que havia uma enorme extensão de terra ao oeste que todos chamavam do “Novo Mundo”, mas ainda não tinha um nome de verdade.

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“Não posso deixar este continente assim quando existem grandes nomes como África e Ásia.”

Ao decidir como chamar este Novo Mundo, ele pensou no nome de “América” ​​por causa de um explorador florentino de quem ele tinha ouvido falar, Amerigo, ou Américo, que identificou corretamente aquela terra como um novo continente, ao contrário dos exploradores anteriores. O próprio Américo provavelmente não soube dessa honra enquanto estava vivo.

Avance mais uns 200 anos; Os mapas do Martin ficaram famosos e o nome América pegou. Diversas potências europeias exploraram novas terras no continente “sem dono” e estabeleceram colônias por toda parte. A Espanha não é exceção.

As colônias vão bem por algum tempo, quando, de repente, algumas coisas mudam. Depois de vários conflitos no início do século contra os ingleses, holandeses e austríacos, a Espanha decide impor um monte de impostos ridículos, um após o outro, em suas colônias americanas. Isso perturba muitos dos assentamentos em todo o continente, como pode imaginar. Depois de uma pequena provocação pública, os soldados espanhóis abriram fogo contra um grupo de moradores da cidade de Veracruz. Novamente, não foi uma boa idéia.

Como resultado de altos impostos e tarifas, sem falar dos ataques a seus irmãos mexicanos, os rebeldes cubanos vão e despejam açúcar e prata que estavam a caminho da Espanha tudo no porto de Havana. Este evento desencadeia ações semelhantes em Santo Domingo. Em resposta à rebelião do Caribe, os portos de Porto Rico, Cuba e outros ao longo da costa da Nova Espanha foram totalmente fechados. Para acrescentar mais o fogo, a Espanha exige que os criollos (os colonos americanos brancos) em todos os seus territórios forneçam alojamento para as tropas reais dentro de suas casas.

Colonos radicais, agora enjoados ​​do apadrinhamento da Espanha, atiram e matam várias tropas espanholas enquanto tentam impedir as rebeliões de libertação no México e no Peru. Sabendo disso, a Espanha queima os portos de San Juan, Lima e Veracruz para intimidar ainda mais os criollos. Agora há um senso de urgência e união para todas as Capitanias Gerais e Vice-Reis que, até então, não sentiam um forte senso de unidade. Essa no México e no Peru se preocupam com as altas tarifas sobre as exportações. Os que vivem na região do Caribe e em Nova Granada se preocupam com o comércio de escravos africanos. Chile e Río de la Plata ficam de fora por medo de que a Espanha venha a impor graves consequências. Além disso, nem foram eles mesmo que a Espanha atacou em primeiro lugar.

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Nova Espanha, Nova Granada, Peru, Venezuela e o Caribe unem forças e derrotam a Espanha. Eles ganham independência total aproximadamente no mesmo momento. Eles funcionam no continente como Estados independentes, mas têm dificuldade em governar as pessoas, administrar suas economias e organizar militares eficazes. Após alguns anos de problemas, os líderes coloniais criaram uma convenção para decidir sobre o futuro de suas antigas terras espanholas. Eles reúnem os pensadores mais brilhantes dos estados, os guerreiros mais bem-sucedidos e os melhores estrategistas e políticos; os Delegados.

Semanas se passam de debates acalorados, compromissos insatisfatórios e tempo longe de suas casas e famílias. No final, os delegados concordam em unir seus estados como uma única nação, mas não conseguem chegar a um acordo sobre um nome para seu país. Apenas algumas semanas atrás, eles eram todos estados independentes com seus próprios nomes e histórias particulares.

“Devíamos ser chamados de México, já que fomos os primeiros a ser assentados.”

“Não. Nova Granada é a mais central, então devemos usar nosso nome. ”

“O Peru é o melhor porque somos os mais ricos.”

“Olhe para nós, Venezuela! Temos os portos mais fortes e acesso à Amazônia.”

Os delegados caribenhos decidiram ficar quietos nesta parte do debate. Uma coisa em que todos concordaram foi em não nomear sua nova nação com nenhum nome da Espanha. Com pressa, eles assinam sua constituição com “la Declaración unánime de los siete Estados Unidos de América” em castelhano – os sete Estados Unidos da América – com a intenção de alterá-la posteriormente. Afinal, não existem outros estados independentes em todo o continente que se importem com isso, e o nome veio de um italiano 200 anos antes que não tinha laços ancestrais com a terra de qualquer forma.

Mais anos se passam e os Estados Unidos expandem seu território das tundras do Ártico da América do Norte até os Andes, no sul. À medida que mais terras espanholas são liberadas, eles optam por se juntar (ou são comprados pelos) Estados Unidos em crescimento. As colônias britânicas, francesas, portuguesas e holandesas ganharam independência ao longo dos séculos. Mesmo o Río de la Plata e o Chile eventualmente se tornaram independentes de seus governantes espanhóis, embora pacificamente, ao contrário de seu vizinho maior.

Depois de séculos de conflitos, de guerras civis e movimentos pelos direitos civis, revoltas de escravos e resistência de proprietários de escravos, guerras napoleônicas, duas guerras mundiais e industrialização, os antigos Estados Unidos de América nunca acabam mudando de nome. Por acaso ou por sorte, eles não se dividiram e se tornaram a nação mais poderosa do mundo ocidental, uma das mais poderosas da Terra. Sua cultura conquistou o mundo com inúmeras inovações na música, ciência, cinema, literatura, esportes e muitos outros campos. No entanto, eles têm o péssimo hábito de se envolver nos assuntos de outros países.

Os países não espanhóis das Américas presumem que los Estados Unidos de América devem ser arrogantes; eles chamam seu país de América de forma curta, e eles próprios Americanos. Por que não estadunidenses, já que isso seria mais apropriado? Mas, vem cá, estadounidense não soa bem em espanhol. Para piorar as coisas, os outros países americanos aprendem que América do Norte e América do Sul são uma só continente, já que estão conectados. Mas los Estados Unidos argumentam que são continentes distintos, já que, como África e Eurásia, os dois estão conectados apenas em um ponto muito pequeno.

Sem saber disso, los americanos não vêem mal em seu nome e, sem saber, ofendem um monte de pessoas fora de suas fronteiras. Além disso, é prático para eles. Eles se autodenominam los americanos desde o dia que eles nascem e há quase 500 anos. Os pobres outros países da América gostariam que eles já mudassem de nome. Por que essa terra de tolos ignorantes, que nem mesmo sabem a diferença entre a Jamaica e a Guiana, chegou a “possuir” o nome do continente que pertence a todos eles? Não é como os nomes de seus preciosos países. Os nomes que foram dados por pessoas que não eram nativas da terra e que deram nomes de pessoas e santos que eles próprios nunca conheceram.

Os outros países continuam a questionar isso por toda a eternidade. Os Americanos, especialmente aqueles que não viajam ou estudam, permanecem alheios ao fato de que seu nome causa polêmica alguma.

Fim.

Os americanos não são ricos ou têm uma maneira fácil de ganhar dinheiro? – Riqueza e pobreza nos EUA

Ricos? Claro que não! Mas vamos por que …

Um equívoco normal do estrangeiro comum que vê um americano de férias é: “Bem, ele/ela deve ter dinheiro. Vamos cobrar um pouquinho mais deles. ” E tem uma boa razão para pensar assim. Basta olhar pro valor do dólar em comparação com qualquer tipo de peso, real, iene, rupia ou rublo. Os valores são extremamente desproporcionais. Então, os norte-americanos em férias podem pagar um pouco mais. Não tenha dor!

A questão é que você precisa observar quantos americanos viajam para o exterior. O fato é que apenas 11% de nós viajamos pro exterior no ano passado, sem contar o México ou o Canadá, que era ainda menos do que no ano anterior. Eu nem quero imaginar como eram os poucos que viajaram este ano (2020, Covid-19, etc.).

O limite de pobreza nos EUA é de US $ 25.700 por ano para uma família de quatro pessoas, o que representa cerca de 38 milhões de americanos.

Aqueles com maior probabilidade de serem pobres são:

  • famílias com pais solteiros em vez de casais
  • mulheres, em geral, ao invés de homens
  • crianças em vez de idosos

E há quase 4 milhões de deficientes vivendo na pobreza.

Indígenas e negros também têm maior probabilidade de serem pobres, enquanto brancos e asiáticos são igualmente os menos prováveis. Mas essa é uma tendência comum em quase todos os lugares.

Então, aquilo é só falando sobre “pobres normais”. E aqueles que vivem numa pobreza profunda e intensa? Bem, contando os americanos que ganham menos da metade do que é considerado o limite da pobreza, ainda tem mais de 17 milhões que vivem nesta zona chamada de “pobreza extrema”. Isso significa que passam fome, que não têm onde morar, ou vivem em condições terríveis, se não na rua. Isso sem mencionar os mais de 93 milhões que estão quase na pobreza; isso significa que se uma pequena corda for cortada, eles qualificam. Para acrescentar a tudo isso, tem ainda mais americanos que enfrentam acesso instável a alimentos suficientes do que aqueles que enfrentam a pobreza. Surpreendente, não é?

Tá bom, não se sinta tão mal; a grande maioria dos americanos trabalha e pode ter uma vida sólida, até mesmo viver bem. Devido à infraestrutura e ao sistema de previdência relativamente desenvolvidos, a maioria das pessoas pobres nos Estados Unidos não precisa viver nas ruas ou em favelas como em tantos outros países. As taxas de pobreza calculadas pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que os EUA têm taxas de pobreza mais altas do que países como Chile, México, Turquia e Rússia, e caem quase no fundo de todas as métricas de renda em comparação com outras nações “desenvolvidas”.

Para explicar melhor, isso não quer dizer que as pessoas pobres nos EUA estão em situações piores do que os pobres no México, por exemplo; significa apenas que há mais pessoas na pobreza em proporção à população geral. Afinal, a América tem 2,5 vezes mais habitantes do que o México. Vale lembrar que a forma como cada país define a pobreza é ligeiramente distinta, então pode muito bem haver mais chilenos vivendo em extrema pobreza do que americanos, embora haja mais americanos vivendo na pobreza em geral.

Dizendo tudo isso, os norte-americanos, em geral, estão em melhor situação do que em muitos países, e nossa nação tem muitos programas que tornam a vida um pouco mais fácil do que seria em uma nação “em-desenvolvimento”. Ainda assim, apesar das altas taxas de emprego, a pobreza e a fome ainda são problemas comuns em todo o país, tanto nas maiores cidades (veja os sem-teto em Los Angeles) quanto nas áreas rurais (veja algumas das cidades não incorporadas da Califórnia). A Califórnia é um outro caso total, mas deu para entender.

A pobreza é um problema global que certamente afeta alguns lugares mais do que outros. Os EUA em toda a sua glória capitalista são, sim, ainda uns desses lugares. Se você consegue ler inglês, verifique os recursos para saber mais!

Recursos:

Americanos que viajam pro exterior: https://www.statista.com/statistics/214774/number-of-outbound-tourists-from-the-us/#:~:text=In 2019%2C there were approximately,of 41.77 million overseas travelers.&text=Excluding visitors to Canada and,in 2018 at 41.77 million.

Dados demográficos da pobreza e da fome nos EUA: https://www.povertyusa.org/facts

Taxas de pobreza nas nações da OCDE: https://www.statista.com/statistics/233910/poverty-rates-in-oecd-countries/

Uma análise mais aprofundada das estatísticas de pobreza nos EUA: https://www.epi.org/publication/ib339-us-poverty-higher-safety-net-weaker/

Locais de baixa renda nos EUA: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_lowest-income_places_in_the_United_States

Os americanos não são brancos? Quer dizer, a grande maioria? – Etnia nos EUA

Bom, essa é uma pergunta que não tem uma resposta tão simples quanto pode parecer. Por um lado, considera as cidades principais:

Los Angeles

  • quase 1,9 milhão de latinos / hispânicos, superando os brancos não-hispânicos lá

Chicago

  • tem mais de 840 mil negros, apenas uma pitada a menos em comparação com a população branca

Nova York

  • tem mais de 2 milhões de hispânicos e negros cada, embora os asiáticos não fiquem muito atrás

Atlanta

  • com quase 70 mil negros a mais que brancos na cidade

Nova Orleans

  • com mais de 100 mil negros a mais do que brancos

Houston

  • mais de 400 mil hispânicos a mais do que brancos

* Desculpe todas as cores. Só queria que você visse como nossas cidades são coloridas. 😉 *

Outras cidades importantes com maioria de minorias: Washington, DC, Saint Louis (MO), San Jose (CA), San Antonio (TX), Filadélfia (PA), Milwaukee (WI), Miami (FL), Memphis (TN) , Long Beach (CA), Honolulu (HI), Fresno (CA), El Paso (TX), Detroit (MI), Dallas (TX), Cleveland (OH), Baltimore (MD), Albuquerque (NM)

Apenas olhando as estatísticas de cidades individuais, dá para enxergar claramente como as áreas urbanas da América são diversas.

Apesar disso, posso dizer por experiência própria que, ao deixar essas cidades, você encontrará muito mais brancos do que qualquer outra coisa, o que atribui a 60% dos norte-americanos que afirmam ser brancos, mas não hispânicos, quase 200 milhões dos 330 milhões de norte-americanos. Agora, o próximo maior grupo demográfico seriam os hispânicos, mas essa também é uma classe confusa. Os “hispânicos” podem ser brancos ou negros, embora geralmente são mistos ou mestizos (mistos de brancos e indígenas), e a única coisa que os qualifica é serem originários de algum país da vasta extensão da América Latina. A América Latina nem mesmo tem uma definição sólida, o que mostra o quão confiável é esse qualificador.

Outra coisa que complica essa resposta é a crescente população de pessoas não brancas ou pardas. Como há tantos não-brancos nas grandes cidades, suas culturas costumam ser as que fazem os maiores sucessos no rádio, na TV e no mainstream. Isso, misturado com um ressentimento geral entre as minorias sobre o passado (e, vamos ser sinceros, atualidade) racista do país, gera uma cultura que é fortemente influenciada pelos ideais e prioridades de norte-americanos não-brancos, embora ainda tenhamos um longo caminho a percorrer antes que esses se dão um pulo para frente por completo.

Seria bom se os norte-americanos pudessem viver como um verdadeiro caldeirão onde todos se misturassem e se fundissem. Quanto à sua pergunta, apenas não se surpreenda em sua próxima viagem para Mardi Gras.

Se você consegue ler em inglês e quer aprender mais, aqui estão alguns recursos:

Cidades dos EUA por maioria racial: https://www.bizjournals.com/buffalo/blog/morning_roundup/2015/09/minority-groups-account-for-55-of-buffalo-s.html

Dados demográficos de Albuquerque e outras cidades dos EUA: https://worldpopulationreview.com/us-cities/albuquerque-nm-population

Demografia dos Estados Unidos: https://worldpopulationreview.com/countries/united-states-population

Quem é hispânico nos EUA: https://www.pewresearch.org/fact-tank/2020/09/15/who-is-hispanic/

Diversidade crescente nos EUA: https://www.brookings.edu/research/new-census-data-shows-the-nation-is-diversifying-even-faster-than-predicted/